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25 de dez. de 2014

The 100

The 100 é uma série da The CW, baseada em um livro de  Kass Morgan, o primeiro de uma série (The 100; Day 21 e Homecoming).

A história é uma ficção científica onde, após uma guerra nuclear, um grupo de pessoas formou uma colônia no espaço, já que o planeta Terra não é mais habitável devido aos altos níveis de radiação. Após 97 anos essa colônia chamada A Arca está em um estado precário e não conseguirá sustentar mais a vida. Em um ato de desespero, os comandantes mandam cem prisioneiros considerados "dispensáveis" para a Terra, afim de averiguar se o planeta se tornou habitável novamente. Os Cem, não só descobrem que o planeta é habitável novamente, como eles não são os únicos no planeta...



Lembro que comecei a assistir a série porque estava sem nada pra fazer. Se tratando de série da The CW, já se pode esperar uma produção bem voltada para os adolescentes assim como os demais shows do canal, como The Vampire Diaries, Arrow, Beauty & the Beast, Flash, Reing. O que mais distoa um pouco na grade da emissora é Supernatural. E foi isso que The 100 mostrou na primeira temporada.

A premissa de The 100 é interessante, mas a execução, o enredo, não foi bem feito. Só não desisti de assistir porque sou daqueles que quando começa uma coisa não consegue parar na metade. Além de muitas leis da física ignoradas, a construção da maioria dos personagens não convence, o desenrolar dos eventos não tem consistência. Os Cem eram adolescentes que estavam presos por coisas simples, as vezes pelo simples fato de ter nascido (a Arca possui regras muito rígidas, uma delas é o controle de natalidade, onde os casais podiam ter apenas um filho), mas ao chegar na Terra, essas crianças se tornam uns rebeldes-terroristas sedentos de sangue e desordem, seguindo um líder que só tem atitudes sem o menor sentido.

Mas a série foi renovada para o segundo ano e 8 dos 16 episódios já foram transmitidos e, para minha surpresa, corrigiu tudo o que havia de errado na primeira temporada e elevou a história para outro patamar. 
Na segunda temporada, os que estavam na Arca conseguem vir para Terra (embora muitos morram na viagem) e descobrimos que existem vários "clãs" vivendo no planeta além dos que vieram do espaço. Muitas subtramas foram introduzidas, e as ações dos personagens ficaram mais coerentes, resultando num desenvolvimento mais convincente deles. 

O universo foi expandido, vários biomas são mostrados e cada um dos povos possui características diferentes, nota-se que cada um desenvolveu uma cultura diferente - o que dá mais verossimilhança. A produção ficou melhor: os figurinos, cenários, os efeitos visuais. Há momentos que dá pra lembrar que ali é o planeta Terra pós-guerra nuclear. 

Nem tudo são flores. Ainda existe várias falhas na história, a física parece ser esquecida em vários momentos e alguns absurdos, contudo, nada que você não possa fingir que não aconteceu e continuar assistindo. 

Pra quem quiser assistir alguma coisa nas férias, fica a dica: The 100. É só ter paciência para sobreviver à primeira temporada que a segunda faz valer a pena.

P.S.: Outra coisa legal na segunda temporada é que a série ganhou uma abertura (bem legal, a propósito).

CURTA: A Pequena Vendedora de Fósforos

Em comemoração ao Natal, lembrei desse curta dirigido por Martin de Thurah em parceria com a banda Sigur Rós, que é uma adaptação do conto A Pequena Vendedora de Fósforos, de  Hans Christian Andersen.

 A história se trata de sonhos e esperança de uma criança morrendo, e foi publicado pela primeira vez em 1845



Fonte: WIKIPEDIA